
Com uma base de conhecimento que só aumenta e tecnologias que avançam com rapidez, as mudanças no setor de descoberta de medicamentos são velozes. Os desafios de ontem se tornam as oportunidades de hoje, que por sua vez se tornam triviais no mundo de amanhã.
Conversamos com Ben R. Taft, Ph.D. que atuava como diretor sênior de química medicinal na Via Nova Therapeutics, para discutir desafios e oportunidades nos estudos de relação estrutura-atividade (SAR).
CAS: Qual foi a maior mudança que você viu nos estudos da SAR desde que começou nesse campo?
CAS: Como a IA e o ML estão afetando a descoberta de medicamentos e SAR?
CAS: O uso de IA e ML tem benefícios além de acelerar o seu trabalho?
CAS: Qual é o papel da IA e do ML para o químico que descobre medicamentos atualmente?
CAS: O que você considera o maior gargalo na descoberta de medicamentos de pequenas moléculas?
CAS: Você vê alguma solução boa para esse gargalo?
CAS: Por que desenvolver terapêuticas de pequenas moléculas quando temos tantas outras opções disponíveis?
CAS: Você pode falar sobre sua missão na Via Nova Therapeutics?
CAS: Se o senhor tivesse uma varinha mágica para mudar algo no processo de descoberta de medicamentos, o que o senhor mudaria?
Ben Taft trabalha como químico medicinal desde 2011. Depois de concluir seu pós-doutorado, ingressou na Novartis, onde conduziu pesquisas na fase de descoberta para indicações oncológicas. Enquanto estava na Novartis, fez a transição para a descoberta de medicamentos para doenças infecciosas. Em seguida, foi para a Via Nova Therapeutics, uma spin-out antiviral da Novartis fundada por Don Ganem e Kelly Wong, quando a Novartis saiu da área de doenças infecciosas.